quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

A Morte De Tutankamon

Surgiu uma notícia a pouco tempo nos jornais e telejornais. Como morreu Tutankamon? De quem era ele filho?

Para estas questões chegaram finalmente as respostas. Foram feitos testes mais desenvolvidos de que agora chegaram os resultados

As análises foram realizadas no Egipto e confirmadas por laboratórios alemães, Os resultados do estudo foram publicados na revista científica americana JAMA (Journal of the American Medical Association).

O chefe do Conselho de Antiguidades do Egipto confirmou que os estudos permitiram determinar que o corpo do pai jovem rei era o da múmia encontrada no Vale dos reis que os arqueólogos atribuíam já ao faraó Akenaton (ou Amenohtep IV).

De acordo com Zahi Hawass, o corpo da mãe de Tutankamon está identificado com o código KV35YL, conhecido como a "Jovem Senhora". Os estudos permitem, contudo, eliminar a hipótese, frequentemente avançada, que possa tratar-se de Nefertiti, mulher de Akenaton, acrescentou.

"Não sabemos o seu nome, mas o mais importante é que esta senhora é a filha de Amenohtep III e da rainha Tye", avós de Tutankamon, assegurou, acrescentando não ser possível que se trate de Nefertiti.

A causa de morte de Tutankamon, não totalmente esclarecida até ao momento, terá sido malária aliada a um problema ósseo e a uma " constituição física frágil ", concluiu.

A determinação da causa da morte de Tutankamon resulta de uma investigação que envolveu testes de ADN aos restos mortais da múmia iniciados em Novembro de 2009.

(Adaptado -http://dn.sapo.pt/inicio/ciencia/interior.aspx?content_id=1497101 -consultado 25/10/2010)

Nefertiti

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Feliz Natal a todos!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Alfabeto Fenício


Será ainda o Próximo Oriente o berço de dois outros sistemas que revolucionarão a linguagem escrita: o aramaico, do qual vai derivar o hebraico e o árabe, e o fenício, antepassado do nosso alfabeto.
O registo mais antigo do alfabeto fenício são as inscrições no sarcófago d'Ahiram, em Biblos, onde é feito o elogio do defunto usando apenas 22 sinais diferentes. Trata-se de um sistema fonético (os signos representam os sons que produzimos ao falar) composto por pouco mais de duas dezenas de símbolos esquemáticos, abstractos, que teoricamente podem adaptar-se a qualquer língua. Na história da escrita, o sistema fonético representa uma verdadeira revolução. Como tem poucas letras, é de fácil aprendizagem, sem comparação possível com os sistemas anteriores ou com, por exemplo, os 50 mil signos da escrita chinesa. Inicia-se assim um processo de democratização da cultura, equiparável apenas à invenção da imprensa, muitos séculos depois