sexta-feira, 18 de março de 2011

MATRIZ _ CIVILIZAÇÃO ROMANA

Questões para o estudo da Turma do 7º C


. Localiza geograficamente a Roma Antiga.
• Identifica os motivos para a expansão de Roma.
• Avalia a importância do exército para o desenvolvimento dessas conquistas.
• Justifica, com base no mapa, a frase: “ O Mediterrâneo tornou-se, no século II, um autêntico lago romano».Define Romanização.
• Identifica os meios utilizados pelos Romanos para transmitir a sua civilização a todos os povos conquistados.
• Explica a importância das vias romanas na integração dos povos no Império.
• Refere os elementos de romanização na Península Ibérica.
• Indica nome de edifícios, cidades que foram deixados pelos Romanos.
• Em que consiste o Édito de Caracala?
• Caracteriza a sociedade imperial.
• Em que consiste o sistema de clientela?
• Identifica os três regimes políticos que surgiram em Roma ao longo dos séculos.
• Quem foi o primeiro Imperador de Roma?
• Refere os poderes do Imperador.
• Caracteriza a religião romana.
• Identifica três dos seis principais deuses e respectivas funções
• Explica o motivo pelo qual o Direito é considerado como um dos maiores legados do Império.
• Distingue os três tipos de casas romanas.
• Arquitectura – Refere as principais inovações introduzidas nos edifícios Romanos.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

VÌDEO

APRESENTAÇÃO - CIVILIZAÇÃO ROMANA

SOLDADO ROMANO


O legionário é um soldado de uma legião. Era bem treinado e organizado. Usava basicamente um escudo retangular de 1,5 metros, uma armadura especial que podia ser produzida em vários locais e depois montada assim acelerando sua produção (primórdios da produção militar moderna), um gládio, uma pilo, sandálias de couro, um elmo e malha de ferro trançada.



Eles andavam em pequenos grupos, grupos de 10 que formavam grupos de 80 que recebiam ordens de seu centurião ( soldado responsável por comandar a centúria). A Legião no total contava com 4000 a 8000 homens, sendo que a maioria eram formadas por 4800 legionários.
O legionário romano era, normalmente, um cidadão romano com menos de 27 anos de idade. Era alistado numa legião para um tempo de serviço de 25 anos, uma mudança na prática anterior de alistamento para apenas uma campanha (batalha). Os últimos 5 anos de serviço de um legionário veterano eram prestados em serviços mais leves.



Centurião
A disciplina era a base para o sucesso do exército. Eram constantemente treinados com armas e especialmente treinados em marchas, marchas forçadas com toda a carga e em formação de guerra. Como já foi dito, a disciplina era muito importante nas legiões e quaisquer infrações eram severamente punidas pelos centuriões.




Formação de ataque entre as tácticas romanas devemos destacar a Falange e a Tartaruga.


Falange Romana
A falange é uma formação retangular de infantaria, tipicamente lanceiros. Os soldados (ou Falangistas) mantinham uma formação cerrada, com as armas das primeiras linhas (o número dependia do comprimento das lanças, entre 4 e 5 metros, chamadas sarissas) projetadas para a frente, entre os soldados da frente, de modo que diversas camadas de lanças separassem o inimigo e a primeira linha de homens da formação. Os restantes membros da formação, aqueles longe demais da primeira linha para que suas lanças alcançassem a primeira linha, mantinham-nas elevadas a uma média de 45º graus,numa posição de prontidão e anulando parcialmente um ataque de longo alcance (arqueiros). Os homens que ficavam nas últimas fileira da falange eram usados como reserva quando os soldados da frente tombavam, além de constituir uma força de "empurrão" para toda a formação, de modo que o inimigo fosse literalmente esmagado sob o avanço da massa de lanças.

Os romanos são famosos por usos de formações curiosas e eficientes, como a "formação tartaruga" onde os escudos encaixavam-se um no outro, formando um bloco maciço que impedia qualquer ataque de armas de longo alcance como flechas ou pedras de fundas.





Armamento usado pelos legionários:
Legionário com todo o seu material em campanha













segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

POWERPOINT - GRÈCIA

https://docs.google.com/present/edit?id=0AZ5OOXOCPIKJZGR0MmR6NHNfNzBnZjJmcGR3NQ&hl=en&authkey=CIqiqZ8E

Grécia Antiga - Episódio 2

Grécia Antiga - Episódio1

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Olá


Olá!

O Blog de História vai iniciar um novo ano lectivo com uma configuração nova e com actividades e recursos novos. Espero que esta nova versão seja do agrado de todos.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

A Segunda Invasão Bárbara


AS SEGUNDAS INVASÕES - séculos VIII, IX e X


O domínio senhorial não era apenas uma vasta extensão de terras pertencente a um senhor nobre poderoso. Era um mundo fechado e que procurava ser auto-suficiente produzindo o que era necessário ao senhor e à restante população que o habitava. Mais do que uma extensa propriedade, o domínio ou senhorio era um agrupamento de homens ligados por direitos e por deveres: o senhor dava protecção aos camponeses que lhe deviam obediência, trabalho e impostos.

O poder dos reis foi parcelado, processo acelerado pelas invasões de vikings, muçulmanos e húngaros ocorridas na Europa, nos séculos IX e X. Na prática, o monarca transformou-se em suserano de seus vassalos, aos quais estava unido por laços de fidelidade, em troca de terras e privilégios políticos.

2ªs Invasões Bárbaras

A ligação entre benefício e vassalagem tornou-se tão forte, que os nobres obedeciam ao rei, não por serem súbditos, mas por serem vassalos beneficiados com a posse do feudo.

A Europa Ocidental enfrentou nova onde invasões nos séculos VIII, IX e X, o que contribuiu para reforçar a ruralização e diminuir ainda mais o poder dos monarcas.

OS VIKINGS ou NORMANDOS



A terra natal dos Vikings era a Noruega, Suécia e a Dinamarca. Eles e os seus descendentes controlaram, pelo menos temporariamente, a maior parte da costa do mar Báltico, grande parte da Rússia continental, a Normandia na França, Inglaterra, Sicília, Itália meridional e partes da Palestina.

Um povo guerreiro

Durante a época antiga e medieval eles estabeleceram vários contactos comerciais com a Europa. Porém, entre os séculos VIII e XI, começaram a fazer várias incursões no continente europeu com o objectivo de saquear riquezas e conquistar terras. As pesquisas arqueológicas e os relatos históricos indicam que, através dos rios, penetraram em território europeu com seus barcos (drakars), levando o medo e a morte em regiões da França, Alemanha, Inglaterra, Irlanda e Rússia.



A instabilidade, causada pelas invasões, fizeram com que o s europeus construíssem castelos e reforçassem a segurança nos portos, mas de nada adiantou em função do grande poderio bélico dos “povos do norte”. Além de ter favorecido a construção de castelos, as incursões estimularam a descentralização política durante o feudalismo.


Os Húngaros ou Magiares




Os historiadores crêem que as tribos nómadas magiares entraram na Bacia dos Cárpatos sob a liderança do chefe tribal Árpad, em 896 d.C. Dedicando-se inicialmente a incursões e ataques por toda a Europa (da Dinamarca à Península Ibérica), os magiares tiveram a sua expansão bloqueada na batalha de Lechfeld em 955. O Estado por eles criado na Bacia dos Cárpatos recebeu a aprovação do Papa em 1001, com a conversão ao cristianismo dos líderes e o reconhecimento de Estêvão I como rei da Hungria.

Guerreiros magiares ou húngaros

Quando da conquista húngara, a nação magiar contava provavelmente entre 250.000 e 450.000 pessoas. A população eslava pré-existente foi absorvida pelos recém-chegados, com excepção dos habitantes dos territórios hoje pertencentes à Eslováquia e à Croácia.

Invasão Muçulmana
Com a invasão Muçulmana de 711, e a derrota de Roderico (Rodrigo) em Guadalete, a única resistência gótica séria, foi feita em Mérida. Com a sua queda todo o noroeste foi submetido. Tropas Berberes (povos oriundos do Norte de África) foram colocadas no centro de Portugal e Galiza., mas com a revolta dos Berberes e a grande fome na região (740 - 750), estas foram evacuadas.


Os Muçulmanos na Península Ibérica


No século VIII (711) a Península Ibérica foi de novo invadida, desta vez pelos Muçulmanos vindos do Norte de África.

Quem eram os Muçulmanos?

Guerreiros muçulmanos

Os Árabes são originários da Península da Arábia, uma zona desértica da Ásia, situada entre o Mar Vermelho e o Golfo Pérsico. Muito pobres, viviam divididos em tribos, dedicavam-se à pastorícia e ao transporte de mercadorias através do deserto. A sua principal cidade era Meca onde, no século VII, Maomet funda uma nova religião - o Islamismo - a que se converteram todas as tribos.

Os seguidores desta religião são os Muçulmanos.


Por que se expandiram os Muçulmanos?

Após a morte de Maomet, os Muçulmanos iniciaram a sua expansão para a Ásia, o Norte de África e a Península Ibérica.

Pretendiam:

- Expandir o Islamismo, procurando converter outros povos à sua religião;

- Procurar novas terras e riquezas, para melhorar as suas condições de vida.

Em 711, os Muçulmanos invadem a Península Ibérica, derrotam os Visigodos na batalha de Guadalete e em poucos anos ocupam todo o território, à excepção de uma zona a Norte, as Astúrias.

As Invasões Bárbaras



Povos Bárbaros

Em volta do Império Romano viviam povos a quem os Romanos chamavam "Bárbaros" por não falarem latim nem terem os mesmos hábitos. A partir do século III começaram a deslocar-se para Oeste, invadindo o Império e derrotando as legiões romanas. Assim se deu a queda do Império Romano a Ocidente.


Entre os séculos II e III o Império começou a sentir os sinais da crise.
A diminuição do número de escravos, as rebeliões nas províncias, a anarquia militar e as invasões bárbaras. Em relação às invasões é importante notar que a região europeia do império passou a ser ocupada por povos nómadas, de diferentes origens e em alguns casos, que realizavam um processo de migração, ou seja, sem a utilização de guerra contra os romanos. Alguns desses povos foram considerados aliados de Roma e a eles confiada a defesa da fronteira do Império.


Invasões Bárbaras





Átila, o Flagelo de Deus, era o rei carismático dos nómadas mongóis conhecido por hunos. Eram guerreiros ferozes, e hábeis cavaleiros, capazes de cavalgar em batalhas com uivos selvagens. Viviam, como podemos dizer, a cavalo.

Por isso, na primavera de 451 ele aliou-se aos vândalos, povo germânico que habitava a região entre o Oder e o Vistula, e conduziu em direção ao Reno um imenso exército que atravessou aquele rio e saqueou a maioria das cidades da Gália Belga.

A principal fonte de informação sobre Átila vem de Prisco, um historiador que viajou com Maximino em uma delegação de do imperador bizantino Teodósio II, em 448 d.C. Descreve o povoado construído pelos nômades hunos, e no qual se haviam estabelecido, como do tamanho de uma cidade grande, com sólidos muros de madeira. Ao próprio Átila, Prisco o retrata assim:

"Baixo de estatura, de peito largo e cabeça grande; seus olhos eram pequenos, sua barba fina e salpicada de fios brancos; e tinha o nariz chato e a pele morena, mostrando a evidência de sua origem."

As Invasões Bárbaras


Entre o século V e VIIIX o Império Romano sofreu uma primeira vaga de invasões criando um clima de insegurança.
Indica os povos que invadiram a Europa nesse período.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

segunda-feira, 12 de abril de 2010

25 de Abril


O dia 25 de Abril está a chegar, como sabes. Este marco histórico caracteriza a mudança de regime. Acaba o regime ditatorial - Estado Novo - e é implantado o regime democrático.

Deixo aqui uma actividade que te permite conhecer este acontecimento de uma forma lúdica. Ligas as colunas do teu computador e segue as instruções.

1. Ouve está música de José Afonso. Ela é conhecida, mas através do atalhos informático podes ouvir e ver a letra.

http://triplov.com/poesia/zeca_afonso/grandola.htm

2. Consulta este site

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/media/Images/anim001.swf

3. Aqui começa por selccionar as animações:

http://www1.ci.uc.pt/cd25a/media/Images/anim09.swf
Vê o ouve com atenção todas as animações propostas.

segunda-feira, 8 de março de 2010